dezembro 12, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 5

Foto por Jay & Meg Rishel, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por Jay & Meg Rishel, Flickr, Licença Creative Commons

O post de hoje é o quinto e último da série sobre alimentação infantil baseada nas ideias da terapeuta ocupacional Alisha Grogan. Alisha mantém o site Your Kid’s Table, com dicas preciosas para maximizar as chances de uma experiência bem-sucedida na hora da refeição.

Dica #5: Coma junto com seu filho

Alisha Grogan recomenda que pais comam junto com seus filhos, inclusive os bebês. Nem sempre é possível conciliar os horários da família, mas vale muito a pena se esforçar para que as refeições sejam feitas em família desde o início da introdução alimentar.

A criança que come em outro horário perde as oportunidades de socialização que as refeições em família oferecem. Além disso, ao colocar seu filho para comer antes do resto da família, você está abrindo mão de uma ferramenta muito poderosa na introdução alimentar, a ferramenta do exemplo. Quem convive com criança pequena sabe que elas adoram imitar os adultos e que observam tudo que fazemos. Mas muita gente esquece que isso também se aplica à alimentação.

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dezembro 11, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 4

Foto por Eric Peacock, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por Eric Peacock, Flickr, Licença Creative Commons

O post de hoje é o quarto da série sobre alimentação infantil baseada nas ideias da terapeuta ocupacional Alisha Grogan. Alisha mantém o site Your Kid’s Table, com dicas preciosas para maximizar as chances de uma experiência bem-sucedida na hora da refeição.

Dica #4: Brinquedos não combinam com a refeição

Não levar brinquedos para a mesa é uma regra óbvia para muita gente, mas é sempre bom citá-la. O brinquedo distrai e a criança bate um prato inteiro, o que, à primeira vista, parece uma ótima estratégia. O problema é que aprender a comer envolve muito mais coisas do que ingerir a comida que está no prato. E a criança distraída com um brinquedo presta atenção, obviamente, no brinquedo e não no alimento: não presta a devida atenção na diversidade de cores que compõem o prato, usa as mãos para manipular o brinquedo e não alimento (explorar a comida com as mãos é parte crucial da introdução alimentar), entre outras coisas.

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dezembro 10, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 3

Foto por Erik Johnson, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por Erik Johnson, Flickr, Licença Creative Commons

O post de hoje é o terceiro da série sobre alimentação infantil baseada nas ideias da terapeuta ocupacional Alisha Grogan. Alisha mantém o site Your Kid’s Table, com dicas preciosas para maximizar as chances de uma experiência bem-sucedida na hora da refeição.

Dica #3: Evite os lanchinhos a toda hora

Quem nunca lançou mão da estratégia de dar comida ao filho para mantê-lo quieto no carrinho, na cadeirinha do carro ou no supermercado? Acho que é difícil encontrar alguém que nunca tenha feito isso. O problema é quando essa prática vira rotina e a criança passa a beliscar constantemente fora de hora. Não é sempre possível dedicar um horário para as refeições, então beliscar com frequência muitas vezes acaba sendo uma opção mais atraente para muitos pais. Beliscar fora de hora também parece uma boa opção quando a hora da refeição em si torna-se estressante por algum motivo qualquer.

Em todos esses cenários, oferecer comida à criança fora do horário da refeição pode funcionar a curto prazo, mas atrapalha as coisas a longo prazo, fazendo com que a criança tenha dificuldade de estabelecer bons hábitos alimentares.

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dezembro 9, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 2

Foto por Martin McDonald, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por Martin McDonald, Flickr, Licença Creative Commons

O post de hoje é o segundo da série sobre alimentação infantil baseada nas ideias da terapeuta ocupacional Alisha Grogan. Alisha mantém o site Your Kid’s Table, com dicas preciosas para maximizar as chances de uma experiência bem-sucedida na hora da refeição.

Dica #2: Não desista do cadeirão cedo demais

Segundo Alisha, devemos evitar fazer a transição do cadeirão para uma cadeira normal ou uma mesinha de criança antes de 2 anos e meio. Convencer uma criança acostumada a um cadeirão convencional a ficar sentada em uma cadeira normal ou em uma mesinha é praticamente impossível, o que acaba afetando negativamente a refeição. O melhor é continuar com o cadeirão ou com um assento de elevação onde a criança possa ficar ‘presa’, oops, sentada com segurança. Caso a criança seja acostumada, desde o início da introdução alimentar, a sentar no cadeirão ou no assento de elevação, ela não conhecerá outra realidade e, portanto, dificilmente se recusará a comer sentada ali.

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dezembro 8, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 1

Foto por David Goehring, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por David Goehring, Flickr, Licença Creative Commons

Até que ponto a seletividade na hora de comer é característica natural das crianças? O quanto da seletividade dos filhos pode ser atribuído a tropeços dos pais durante a introdução alimentar?

Minha experiência pessoal e as leituras que faço sobre o tema alimentação infantil me fazem acreditar que uma boa parte da seletividade da criança pode, sim, ser evitada.

A seletividade na hora da refeição deixa pais preocupados com a saúde dos filhos, faz com que restaurantes ofereçam menu infantil com itens pouco nutritivos e abre as portas para a indústria alimentícia lançar cada vez mais produtos de fácil aceitação pelo público infantil.

Infelizmente, na tentativa de fazer com que os filhos comam e com receio de que os filhos não estejam ingerindo uma quantidade suficiente de nutrientes, muitos pais lançam mão de estratégias atraentes que acabam sendo precursoras de problemas lá na frente.

A fim de entendermos alguns erros bastante comuns cometidos por pais ou cuidadores em relação à alimentação na primeira infância, eu fui buscar o conhecimento de uma especialista na área.

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