dezembro 9, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 2

Foto por Martin McDonald, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por Martin McDonald, Flickr, Licença Creative Commons

O post de hoje é o segundo da série sobre alimentação infantil baseada nas ideias da terapeuta ocupacional Alisha Grogan. Alisha mantém o site Your Kid’s Table, com dicas preciosas para maximizar as chances de uma experiência bem-sucedida na hora da refeição.

Dica #2: Não desista do cadeirão cedo demais

Segundo Alisha, devemos evitar fazer a transição do cadeirão para uma cadeira normal ou uma mesinha de criança antes de 2 anos e meio. Convencer uma criança acostumada a um cadeirão convencional a ficar sentada em uma cadeira normal ou em uma mesinha é praticamente impossível, o que acaba afetando negativamente a refeição. O melhor é continuar com o cadeirão ou com um assento de elevação onde a criança possa ficar ‘presa’, oops, sentada com segurança. Caso a criança seja acostumada, desde o início da introdução alimentar, a sentar no cadeirão ou no assento de elevação, ela não conhecerá outra realidade e, portanto, dificilmente se recusará a comer sentada ali.

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dezembro 8, 2014

O que (não) fazer para seu filho comer bem – PARTE 1

Foto por David Goehring, Flickr, Licença Creative Commons

Foto por David Goehring, Flickr, Licença Creative Commons

Até que ponto a seletividade na hora de comer é característica natural das crianças? O quanto da seletividade dos filhos pode ser atribuído a tropeços dos pais durante a introdução alimentar?

Minha experiência pessoal e as leituras que faço sobre o tema alimentação infantil me fazem acreditar que uma boa parte da seletividade da criança pode, sim, ser evitada.

A seletividade na hora da refeição deixa pais preocupados com a saúde dos filhos, faz com que restaurantes ofereçam menu infantil com itens pouco nutritivos e abre as portas para a indústria alimentícia lançar cada vez mais produtos de fácil aceitação pelo público infantil.

Infelizmente, na tentativa de fazer com que os filhos comam e com receio de que os filhos não estejam ingerindo uma quantidade suficiente de nutrientes, muitos pais lançam mão de estratégias atraentes que acabam sendo precursoras de problemas lá na frente.

A fim de entendermos alguns erros bastante comuns cometidos por pais ou cuidadores em relação à alimentação na primeira infância, eu fui buscar o conhecimento de uma especialista na área.

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novembro 18, 2014

Altas doses de Vitamina N(atureza)

Meu filho brincando ao ar livre. Crédito: Eco Maternidade

Meu filho brincando ao ar livre. Crédito: Eco Maternidade

Por que será que o ser humano dá preferência, sempre que possível, a morar, ou pelo menos passar férias, em um lugar com vista para a natureza (árvores, uma montanha ou o mar)?

Pois essa preferência não parece ser decorrente somente de uma questão estética. Ou seja, não é somente porque uma vista para a natureza é bonita e agradável para os olhos. Estudos têm demonstrado que a proximidade a áreas verdes é de fundamental importância à nossa saúde mental. E mais: o contato direto e regular com a natureza parece ser crucial também para a nossa saúde física.

No caso de crianças, brincar ao ar livre seria muito mais do que aprender sobre o meio ambiente ou sustentabilidade e muito mais do que arejar ou respirar ar puro. A natureza oferece às crianças uma infinidade de experiências sensoriais que não podem ser fabricadas artificialmente.

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